A energia e a Acupuntura.

Fátima Borges Silva

Chamada Chi ou Qi pelos chineses, Ki para os japoneses, Prana para os hindus e conhecida também por energia vital, ela está presente em todos os seres vivos, nos vegetais e nos minerais.

Viver é ter Chi em todo o corpo; morrer é perder o Chi.

Existem três tipos de Chi.

O primeiro, Chi ancestral, é aquele que herdamos de nossos pais quando da nossa concepção; o segundo vem do alimento que ingerimos e o terceiro do ar que respiramos.

A energia ancestral é uma energia reserva que devemos utilizar nas emergências de saúde que passamos ao longo da vida, e quando entramos na velhice.

As outras duas seriam a Energia Adquirida (do alimento e do ar), que deve nos manter durante a vida.

Se gastarmos a nossa energia adquirida em excessos, noitadas e nos alimentarmos mal, gastaremos a energia ancestral antes do tempo e, quando dela necessitarmos em uma emergência, ela já estará sensivelmente reduzida e não poderemos utilizá-la.

A energia circula em nosso corpo durante as 24 horas do dia, nutrindo todo nosso corpo e órgãos.

Se esta energia não circular a contento, seja por falta, excesso ou obstrução, começaremos a adoecer – primeiro energeticamen-te e posteriormente passará a afetar os nossos órgãos e vísceras e ficaremos realmente doentes.

A Acupuntura vem auxiliar a harmonizar circulação de energia.

Alguns fatores também afetam a circulação de energia.

São as nossas emoções e padrões de pensamento, como também o clima, o vento, o calor, a umidade, a secura e outros.

A Acupuntura, como outras técnicas da Medicina Chinesa, como as técnicas de massagem, auriculoterapia, dietoterapia e fitoterapia, é um auxiliar para que esta energia